Fraternidade e Humanismo: uma leitura interdisciplinar do pensamento de Chiara Lubich

O estudo do tema da fraternidade tem atraído, recentemente, o interesse de inúmeros pesquisadores de diferentes áreas do saber (filosofia, sociologia, economia, teologia, ciência política, direito, entre outras). Na difusão do conceito da fraternidade, uma notável contribuição foi dada por Chiara Lubich (1920-2008), a fundadora do Movimento dos Focolares. Seu pensamento valeu-lhe dezesseis títulos de doutora honoris causa em universidade do mundo inteiro. O presente volume reúne contribuições de especialistas de várias disciplinas, apresentando a potencialidade inovadora de valor cultural do pensamento de Chiara Lubich. O resultado é uma abalizada leitura interdisciplinar de um princípio aplicável tanto no campo dos saberes quanto no campo social, favorecendo o bem-estar e a justiça da sociedade.

(Vargem Grande Paulista: Editora Cidade Nova, 2014, 168p.)

TRADUÇÕES

Alexandre Magno de Araújo
Luciano Menezes Reis

“Cidadania, participação política e fraternidade”

A obra considera o paradigma relacional da fraternidade como norteador de novos arranjos sociais capazes de inserir a todos, diversos como estes forem. O Tomo I concentra o debate multidisciplinar sobre a questão da “Cidadania, da Participação Política e da Fraternidade” nas áreas de Ciência Política, Direito, Filosofia e Sociologia. O Tomo II amplia esse debate, enfatizando as perspectivas de Pedagogia, Serviço Social, Comunicação Social, e diferentes especialidades da área de Saúde. A coletânea não pretende esgotar as possibilidades explicativas e analíticas sobre o tema. Pelo contrário, busca suscitar reflexões outras, alternativas ao pensamento predominante, abertas e construtivas, que permitam pensarmos: “Qual futuro queremos para nossas sociedades?” Considerar-nos reciprocamente fraternos implica superar não apenas as assimetrias ainda existentes na Humanidade, como torná-las inaceitáveis em pleno século XXI.

 

(Recife: Editora da UFPE, 2014, 207p.)

ORGANIZADORES

Marconi Aurélio e Silva
Fernando Gomes de Andrade
Paulo Muniz Lopes

A fraternidade em debate: percurso de estudos na América Latina

Olhar para a história da América Latina é olhar para uma história cheia de contradições: a colonização branca, a dominação e, em muitas regiões, a dizimação do índio, a escravidão do negro história de senhores, caudilhos, ditadores, democracias frágeis... Mas é também reconhecer o caminho de uma unidade continental, uma "fraterna pátria grande", um continente de hermanos, caminho que se expressa especialmente na construção da identidade latino-americana. A partir de 2008, um grupo de estudiosos passou a se reunir anualmente para apresentar suas pesquisas multi e trans-disciplinares sobre a presença da fraternidade, especialmente como categoria política, nos vários campos do saber e do agir na América do Sul. O presente volume recolhe uma seleção dos estudos apresentados nos primeiros quatro anos desse percurso. É o retrato de um processo acadêmico que traduz, ao mesmo tempo, o estudo, a paixão e o compromisso de seus autores com a sorte do continente latino-americano.

(Vargem Grande Paulista: Editora Cidade Nova, 2012, 282p.)

ORGANIZADOR

Paulo Muniz Lopes

Princípio Esquecido/2 - Exigências, Recursos de Definições da Fraternidade na Política

O segundo volume de O princípio esquecido continua a coletânea de ensaios de diversas disciplinas (ciências políticas, filosofia, reflexão, relações internacionais, comunicação, entre outras) - com reflexões também no contexto latino-americano e brasileiro -, dando prosseguimento ao estudo sobre as raízes e as possibilidades da fraternidade como categoria política.

(Vargem Grande Paulista: Editora Cidade Nova, 2009, 259p.)

ORGANIZADOR

Antonio Maria Baggio

Princípio Esquecido/1

“Liberdade, igualdade, fraternidade” foram princípios interpretados pela Revolução Francesa politicamente, marcando toda a história do Ocidente a seguir. Enquanto a liberdade e a igualdade foram assumidas como categorias políticas, a fraternidade teve outro destino. Foi silenciada e relegada a campos fora da política – quando muito, a iniciativas de solidariedade. Mas as recentes pesquisas das ciências políticas redescobrem a fraternidade como valor presente nas vicissitudes humanas e nela identificam uma possível chave para a superação das contradições que impediram, histórica e politicamente, à liberdade e à igualdade de realizarem-se efetivamente.

(Vargem Grande Paulista: Editora Cidade Nova, 2008, 200p.)

ORGANIZADOR

Antonio Maria Baggio

Direito & Fraternidade

O Direito, na cultura ocidental dos últimos dois séculos, é todo entremeado pelos princípios da liberdade e da igualdade. Dos pilares evocados pela modernidade, parece que o princípio da fraternidade tenha ficado de fora. Os tempos atuais requerem, no entanto, idéias e práticas capazes de estabelecer relações sociais com base em novos paradigmas. Procuram-se outros “modos” de relações que exprimam isso adequadamente em todas as esferas, inclusive no campo jurídico: nas relações interpessoais, na vida em sociedade e até mesmo nas relações internacionais. Tais exigências desembocam também na reinvidicação de novas formas de trabalhar o Direito. Direito e fraternidade: ensaios/prática forense recolhe uma série de ensaios e depoimentos apresentados no Congresso Internacional “Relações no Direito: qual espaço para a fraternidade?”, que refletem sobre a aplicação do princípio de fraternidade no campo jurídico.

(São Paulo: Editora Cidade Nova, 2008, 192p.)

ORGANIZADORES
Giovanni Caso
Munir Cury
Carlos Aurélio Mota de Souza

Reflexões Para a Vida Pública : A Cultura da Fraternidade e a Política

O livro recolhe as reflexões oferecidas pelo Movimento Político pela Unidade a parlamentares italianos, ao longo de encontros que aconteceram a partir de janeiro de 2001, em Roma, por iniciativa de Chiara Lubich. Uma proposta política que parte da fraternidade, com um roteiro de formação para uma "cultura política da fraternidade". Os textos nascem da reflexão e da vivência de homens e mulheres que atuam na vida pública e tiveram parte no Movimento Político pela Unidade. São mais de dez anos de experiência que fundamentam um novo pensamento político e uma nova prática. 

(Vargem Grande Paulista: Editora Cidade Nova, 2006, 204p.)

ORGANIZADOR
Antonio Maria Baggio